Nas mais antigas músicas encontro os problemas modernos.Descansa a paz, e pede-se a paciência, só um pouquinho de paciência pra acordar bem no outro dia.Derretemos no café da manhã, andamos ao lado de gente do mundo todo, aguentamos despedidas sofridas daquelas que duram meia hora, falamos alto, escrevemos por outras pessoas.Hoje eu vejo que o que mais deve se ter fé é em suas próprias palavras, porque ninguém tem fé em você.Nessa vida que a gente paga a cada riso falso de cada um que não sabe amar a todo momento.E é por estar no meio da gritaria, que peço minutos de silêncio, peço alguns livros a mais, e outros a menos.Jogo fora os calendários, e lembro dos dias bonitos.Sei que a loucura as vezes dói demais, e nessa geração, nem os músicos do mundo todo saberiam compor algo que descreva o quando dói.Acredito em mim, um pouco eu acredito sim, mas eu ainda acredito em muita gente que não descobriu o que é ser feliz.Este tema de ter fé, é viver sem querer saber da estranheza dos sentimentos alheios, é só esperar por eles.É levantar da cama sabendo que o mundo esqueceu de você, e que nos seus planos, é só você e alguém pra amar, pois o mundo já não faz mais parte da sua história.
O mundo some enquanto a gente dorme.